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New York, New York!

Uma das coisas que mais gosto sobre a terça-feira: poder compartilhar meus diários de viagem com a #TravelTuesday no Twitter :)) 
Agora vamos começar mais um, em Nova Iorque! O primeiro de uma série da viagem que fiz com minha família para comemorar o niver de 60 anos de meu pai (em grande estilo!)... Em cada lugar, tudo o que tem pra fazer - um roteiro para cada dia :) Mas se prepare, vai dar vontade de pegar o primeiro avião com destino à cidade que nunca dorme ♡
Em NY, à todo lugar que você vai parece, estar no meio do cenário de um filme e a Times Square vai te deixar com a impressão que você está mesmo! Por isso vou começar por aqui...
Todos aqueles outdoors coloridos iluminam tanto a rua que você não sabe se está de dia ou de noite! De repente você está lá no meio, olhando para cima boquiaberto :o
É possível passar o dia inteiro por lá, uma vez que o local oferece mil possibilidades e atrações - para todos os tipos de gostos: gastronomia, fotografia, compras e atividades culturais, como os famosos musicais ♡
  • Como chegar? Apesar de todos os taxistas serem loucos em NY, o jeito mais rápido é indo de taxi mesmo. Mas se você está com pressa e com poucos dólares, vale arriscar o metrô.
  • Pronto, estou aqui, e agora? Depois de ficar olhando para cima, deslumbrado e depois de tirar 200 fotos + 300 selfies deu uma fome! Se ainda não tomou café, a minha resposta é óbvia: Starbucks ♡ Existem alguns por ali. Para tomar um cappuccino venti com creme, comer um muffin ou um cookie de chocolate... O local ideal para descansar um pouco, onde você vai encontrar sempre um bom sinal de Wi-Fi e um banheiro limpinho (não precisa se envergonhar, vida de turista é assim mesmo!).
"Theriz, tomei café no hotel, quero mesmo é almoçar." Bubba Gump Shimp Co.
Sim, o restaurante do filme 'Forrest Gump' (1994). Além da comida deliciosa, vale pela decoração cheia de referências ao filme - para quem ama cinema, como eu!
(wool cardigan: Zara)
  • Póximo passo? Compras! De produtos de beleza à souvenirs... O que mais você poderia desejar?

Lembre-se: tem que levar presente para todos os seus amigos que não puderam ir com você :)
Agora, falando sério.. Brinquedos! Claro! Acho que a Toys R Us que tinha por lá fechou :(
Mas preciso compartilhar com vocês, mesmo assim, porque tiramos muitas fotos e porque deu vontade comprar tudo!! Falando em Super Heróis... estão todos aí ♡
Quem gosta de Lego??
Quem gosta de Barbie??
Fashionistas... vão à loucura! 
Para fechar com chave de ouro: Forever 21
Dentro da loja + comprinhas ♡♡
  • Anoiteceu.. hora de voltar para a rua e tirar mais fotos!! (risos)
Não esquece da Red Stair!
É a cobertura da bilheteria TKTS, de onde você tem uma vista privilegiada de tudo ♡
  • Falando nisso... quer assistir à um musical? Baixa esse aplicativo que tem ingresso para todos eles e com preços bem mais em conta :) Infelizmente, não conseguimos ver nada - o dia que programamos para isso caiu uma nevasca que teve até toque de recolher na cidade, acredita? Chegamos até à comprar os ingressos, mas com esse problema da neve nosso dinheiro foi devolvido na mesma hora :)
  • "Ok, fiz tudo isso, mas ainda tenho energia para gastar..." Um drink ou um vinho? Tem também. O restaurante e bar é o Olive Garden Italian Kitchen.
Nova Iorque oferece uma infinidade de opções em gastronomia. O único defeito é a taxa do serviço de garçons que você precisa pagar à parte e não é opcional, mesmo que eles falem que seja. Para não ficar constrangido, vá preparando a carteira e os dólares extras $$$
In case you're wondering... make up: all MAC + wool trench coat: H&M (comprei na liquidação de Boxing Day na loja da Regent St em LDN ) + boots: Hunter

Bem, é isso. Agora deu sono, né?! Semana que vem tem mais NY e outras áreas da cidade para explorarmos. Espero que tenham gostado e qualquer dúvida, sugestão ou mais dicas - só deixar ali embaixo nos comentários pra mim ;)
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And MUSIC! Ainda não acabou: se ainda não entrou no clima, escuta essa playlist que criei especialmente pra vocês.. Tem que escutar enquanto lê o post ;)


*De Sting à Jay Z... Todos ♡♡♡ NY!

".. These streets will make you feel brand new
Big lights will inspire you
Let's hear it for New York, New York, New York!.."

Jay-Z - Empire State Of Mind

See you! xx


   

Enquanto isso em terras Tupiniquins...

Assisti aos filmes 'A esperança - parte 1 e parte 2', da saga 'Jogos Vorazes' novamente neste final de semana e não precisa gostar da história para conseguir enxergar as semelhanças com a situação do meu país no momento > De acordo com o jornal Financial Times 'Brasília se tornou versão tropical de Jogos Vorazes

Lembrei de um texto que achei na net há um tempo e gostei muito, então (como forma de "desabafar", resolvi compartilhar aqui com vocês:

"Histórias sobre injustiça mexem com a gente. É difícil não ser tocado por personagens revolucionários quando eles refletem a nossa própria indignação, uma inconformidade às vezes contida, o nosso desejo de mudar as coisas.
Encontramos na figura desses justiceiros, rebeldes e inimigos da ordem a grandiosidade que não sentimos em nós, quando somos tão apequenados pela opressão de quem realmente detém o poder. Podemos nos projetar neles. Podemos nos apropriar de sua força. Podemos vibrar com suas conquistas ainda que na vida real a gente continue a se foder.
Por isso resolvi falar de duas dessas histórias que fizeram muito sucesso e acho que compartilham de uma mesma essência. São muito parecidas, especialmente porque se tratam de revoluções — de lutar contra a injustiça, de se levantar contra o poder e a ordem.
Jogos Vorazes, trilogia escrita por Suzanne Collins e posteriormente adaptada para o cinema (em filmes protagonizados por Jennifer Lawrence) é uma dessas histórias.
Li todos os livros e assisti recentemente ao último filme “A Esperança — Parte 1” (mas calma que não vou comentar o filme com detalhes aqui). Quando Jogos Vorazes começou a estourar, confesso que vi com desconfiança e fiquei com medo de ser mais uma historinha aos moldes de Crepúsculo — mas assim que me percebi enganada, virei fã imediatamente.
Na época, até escrevi um texto sobre a série de livros e conto por que me surpreendi com a trilogia de Suzanne Collins: ela conseguiu criar não apenas um universo rico e assustador, mas também uma trama sobre xóvens que não gira em torno de romance; além disso, também me surpreendi com o fato de um livro tão violento e extremamente político ser direcionado a adolescentes.
O primeiro filme até que foi bem ameno, enquanto do livro escorria sangue (claro que isso foi evoluindo, de forma que esse último filme é muito violento. Achei pesadíssimo, filme de guerra mesmo. Algumas cenas até pareciam tiradas do jogo Counter Strike).
A história é escrita por uma mulher, protagonizada por uma mulher e vendida para um público adolescente, o que pode fazer com que muita gente não leve Jogos Vorazes a sério, considere uma história menor, coisa boba.
Para essas pessoas, talvez eu vá cometer uma heresia agora ao ousar comparar com outra história sobre revolução e política que já foi alçada ao status de cult: V de Vingança.
V de Vingança é uma história em quadrinhos criada por Alan Moore e também teve sua adaptação para o cinema (com Hugo “Agente Smith” Weaving e Natalie Portman, como não amar?). Basicamente, é a história de um terrorista mascarado de peruquinha que quer acabar com o estado fascista da Inglaterra distópica de Moore e se vingar dos algozes que o torturaram.
O simbolismo é a primeira das semelhanças entre essas duas histórias. V de Vingança é, sem dúvidas, um marco, especialmente por ter se transformado um símbolo de anarquia, revolução, protesto. É emblemática a cena em que os cidadãos de Londres saem às ruas usando a máscara de V, que conseguiu transcender a ficção e invadir manifestações na vida real.
Nesse sentido, Jogos Vorazes também pode se considerar um símbolo: o filme mais recente não foi exibido na Tailândia porque os cidadãos que se opõem ao golpe militar que houve em maio no país começaram a usar a saudação do Distrito 12 como sinal de protesto. Teve até prisão de estudantes que fizeram esse gesto em público — exatamente o que o presidente Snow faz contra seus opositores.
(acho que isso já seria o suficiente para mostrar a força política contida em Jogos Vorazes, né. Mas aí vai mais uma: nos protestos em Ferguson contra a morte de pessoas negras por policiais brancos, a frase de Katniss “if we burn, you burn with us” foi encontrada pichada em muros.)
O “símbolo” é especialmente importante em ambas as histórias: V e Katniss encarnam esse símbolo de enfrentamento ao poder, embora de formas diversas.
V não mostra o rosto, não se sabe quem é — o que ele usa a seu favor para enganar a polícia e se tornar mei que “imortal”; ele chega a dizer “você acha que pode me matar? Não há carne e osso por trás dessa capa que você possa matar. Há apenas uma ideia. E ideias são à prova de balas”.
Já Katniss se torna o símbolo da revolução justamente por ser um rosto, por ser uma pessoa de carne e osso que deu a cara à tapa e desafiou a Capital na frente de todo mundo. Aliás, essa é a premissa do terceiro filme (e livro): ela se tornar o Tordo que vai guiar a rebelião, usando sua própria imagem como arma.
No entanto, as semelhanças entre V e Katniss não vão muito além; acho que V tem muito mais a ver com Snow do que com o Tordo. “Mas Aline, Snow é o cara mau, o tirano, etc!” Sim. Mas convenhamos que V não é exatamente um herói.
V não é o mocinho. V não é um revolucionário preocupado com o povo em primeiro lugar. Ele simplesmente busca vingança, promovendo morte e caos. Porque faz parte do seu processo de vingança fazer com que, através de tortura e sofrimento, outras pessoas compartilhem de seus ideais; afinal, ele acredita que a “iluminação” que ele alcançou só foi possível através da dor — e é o que ele busca fazer com os outros, até com quem ele diz amar, Evey.
Além disso, V e Snow são unidos por algumas semelhanças curiosas (apesar de um ser anarquista e o outro um ditador): ambos são homens muito eruditos, com gostos sofisticados; ambos usam rosas para ameaçar seus inimigos e como um aviso de morte (V usa rosas vermelhas e Snow, brancas); e, por fim, ambos são conhecidos por matar seus inimigos com veneno (V chega a matar um bispo fazendo-o engolir uma hóstia envenenada).
Katniss guarda alguma semelhança com Evey. Primeiro, porque nenhuma das duas, por mais marcadas que tenham sido pela tirania de seus mundos, tinha a intenção de fazer revolução; Katniss se voluntariou para os Jogos Vorazes para ir no lugar da irmã mais nova, enquanto Evey foi “resgatada” por V depois de ser atacada por policiais. As duas foram empurradas para o meio dessa história meio sem querer, mas acabaram se tornando as peças protagonistas na execução dos planos rebeldes (seja do Distrito 13 ou de um terrorista anônimo).
Outra: Katniss e Evey foram o tempo inteiro manipuladas para cumprir esses planos. Foram torturadas física e psicologicamente para se tornarem parte da revolução — e como podem dizer que V é um herói depois do que ele fez a Evey? Elas foram transfiguradas. Toda a violência que sofreram, todo o sofrimento a que foram expostas, toda a dor e raiva de um sistema opressor foram se acumulando para transformá-las. É o que as fortalece — ou o que eventualmente as arruina?
Há alguns outros detalhes deliciosos que as duas histórias compartilham: na distopia de Moore, o governo tirânico se divide em departamentos nomeados como partes do corpo humano — The Voice (a mídia), The Head (o centro de comando), The Fingers (ou “dedos”, a força policial). A divisão em distritos de Panem obedece à mesma lógica e Snow chega a evidenciar isso em seu discurso: “os distritos são o corpo. A Capital é o coração pulsante. Seu trabalho duro nos sustenta e, em retorno, nós os alimentamos e protegemos.”
É genial como Moore e Collins mostram o sistema político opressor como um corpo. Uma unidade bem coordenada, gigante, capaz de esmagar as pessoas embaixo dela. Claro que a força desse corpo se manifesta também de formas diferentes: em V de Vingança seu poder está estruturado no controle, enquanto em Jogos Vorazes está estruturado na desigualdade.
Sem falar que as duas histórias estão cheias de intrigas políticas e muita violência (embora eu ache muito mais chocante a forma como adolescentes e crianças são assassinadas pela Capital em nome do entretenimento em Jogos Vorazes).
São histórias que tocam fundo na ferida, com uma crítica política e social que vai fazer com que sejam lembradas durante anos, enquanto puderem dialogar com o revolucionário que há dentro de nós.
E como não levar a sério uma história que traduz tão bem o grito dos oprimidos?
“If we burn, you burn with us”."
Texto de Aline Valek (Colunista da Carta Capital): 'V de Vorazes As semelhanças entre as distopias criadas por Alan Moore e Suzanne Collins'.

Uma foto publicada por Thereza Rebouças (@the_reboucas) a

De vez em quando, falo de política por aqui também e inclusive, já falei do filme 'V de Vingança' chega aqui para conferir.

Boa noite & Boa sorte!
"May the Odds be Ever in your Favor"
xx

On Her Majesty's Secret Service


I wish Happy Bday!
 
'Lightness of Being' - Portrait of Queen Elizabeth II by Chris Levine
(I bought this post card at Saatchi Gallery, LDN)

To celebrate Your Majesty Birthday, here's '11 Things You Might Not Know About #GIRLBOSS the Queen':

  • Princess Elizabeth is called "Lilibet" by close family, a nickname she got because she couldn't pronounce her own name. Her father, King George VI, used to say, "Lilibet is my pride. Margaret is my joy."
  • The queen goes nowhere without her handbag. Inside it she keeps her trusty lipstick, which she's not afraid to reapply in public. Frist Lady Laura Bush once did the same in DC, and said, "The queen told me it was all right to do it."
  • With her own YouTube channel, Facebook page, and Twitter handle, the queen is a modern monarch. But according to Sally Bedel Smith, she also started using a cell phone to text message her grandchildren.
  • After her father died in 1952, Queen Elizabeth's mother, known as the Queen Mother, lived a lively life as a widow for 50 years. Until her death at age 101, the charming Queen Mother shared her daughter's love of horse racing and offered her someone to confide in.
  • "Does that mean you will have to be the next queen?," Princess Margaret asked her older sister Elizabeth after their father unexpectedly became King in 1936. "Yes, someday," replied Princess Elizabeth. "Poor you," declared Margaret. For the first 10 years of her life, Queen Elizabeth would have been just like today's Princess Beatrice, a distant heir to the throne. But when her Uncle, King Edward VII abdicated, she had the weight of duty placed on her little shoulders.
  • During World War II, then Princess Elizabeth got her hands dirty, joining the Women's Auxiliary Territorial Service in 1945. As "Second Subaltern Elizabeth Alexander Mary Windsor" she trained as a mechanic and driver. It looks like military men Prince William and Prince Harry take after her.
  • Princess Elizabeth fell in love with Prince Philip, her third cousin and a Greek prince. They shared the same great-great-grandparents, Queen Victoria and Prince Albert, who were first cousins themselves!
  • On February 6 1952, then Princess Elizabeth was in Kenya on royal tour when her husband, Prince Philip, broke the news that her father had died. The 25-year-old princess was reportedly atop an African fig tree at the moment her father died, the moment she became queen. In this picture, she is seen arriving back in England to mourn her father and assume her duties.
  • Many know Queen Elizabeth loves her corgis, but she's also very passionate about horses. She rides, breeds, and races them, and even held a private audience with the Horse Whisperer. Here she is riding with then President Ronald Reagan. 
  • When a man fired six blank shots during the 1981 Trooping of Colour, the queen, who was at close range on horse back, kept control and barely flinched, winning her much praise. And in 1982, when an intruder entered her bedroom, she remained calm, having a conversation with the derranged man until the police arrived seven minutes later. 
  • The royal yacht Britannia was the royal family's floating country home for four decades. The queen and her family would take it on royal tours around the world, and Princess Diana and Prince Charles used it for their honeymoon. When it was decommissioned in 1997, the queen wiped away tears at the ceremony. It is now open to visitors. 
Like it? Original e complety text is from PopSugar.com 
If you're in the UK, you must visit the exhibition that opens today and goes until 8 January 2017: 'Fashioning a Reign: 90 Years of Style from The Queen's Wardrobe'

Hope you all have a wonderful day!
xx

http://therezareboucas.blogspot.com.br/2016/04/on-her-majestys-secret-service.html
More UK inspiration = Pinterest




Less Is More

Depois de um tempo parada, parece que consegui voltar à antiga forma, compartilhando novos posts com maior frequência. Tenho falado bastante de moda, cinema e viagem... Está faltando falar de arquitetura – mais precisamente sobre meu trabalho. Afinal, esse foi o principal motivo pelo qual criei o blog em 2009 ♡ 

Na verdade, queria falar de inspiração, porque as pessoas sempre me perguntam: "de onde você tira inspiração para começar um novo projeto?"
Eu sigo a máxima "Less is More" (menos é mais), mas calma - ela só serve na hora de criar projetos mesmo, porque aqui no blog quanto mais, melhor, né?! 
A frase é do arquiteto alemão Ludwig Mies van der Rohe (1886-1969), um dos precursores do movimento moderno e minimalismo na arquitetura - enfatizando sempre espaços amplos e vãos livres, formas puras e linhas retas. 
Junto com Niemeyer e Frank Lloyd Wright, o estilo do arquiteto chamou minha atenção durante a Faculdade de Arquitetura, o que me fez pesquisar e estudar mais as características do modernismo - moldando o meu próprio estilo de projetar e hoje, sem dúvida, serve como uma das fontes de inspiração que busco na hora de criar um novo projeto.
Um de seus projetos: Farnsworth House interior, Plano Illinois (1951)
Destaque para a cadeira Barcelona (minha preferida entre todas as cadeiras assinadas -
que até já mostrei aqui - e sonho de consumo) ♡
Aposto que você já viu essa cadeira em algum lugar, mas você sabia que ela foi criada por Mies em parceria com a arquiteta Lilly Reich para servir de trono ao Rei Alfonso XIII e sua esposa Ena, na Exposição Mundial de 1929 em Barcelona?
Sempre a indico para meus clientes. Aqui, detalhe de planta baixa e corte de projeto que criei há um tempo atrás, com destaque para o jogo de cadeiras compondo o ambiente da sala de estar.
Abaixo, algumas imagens em maquete eletrônica de outro projeto que também desenvolvi no escritório, o que acham? 
O design é tão simples e ao mesmo tempo tão forte - dá um toque de modernidade no ambiente sem tirar a sofisticação!

Olhando para esse ambiente é difícil de acreditar que o design de Mies tem mais de 80 anos, não é mesmo?

+ algumas inspirações do Pinterest


segue lá ;)
Não resisto, só para finalizar... Olha quem é o destaque no apartamento de M em 'Cassino Royale' (2006)! Sim, ela mesma - a cadeira Barcelona! E sim, também me inspiro muito no cinema para criar, mas acho que isso já é óbvio demais, né?! (risos)


Se gostou dos projetos, tem mais no site do escritório - passa lá para conferir...
Se está completamente apaixonado pelo design dessa cadeira e precisa de uma agora, eu recomendo o Regencyshop.com ♡ (mas aviso, vai dar vontade de trocar todos os móveis da casa)
Se precisar de arquiteta para fazer o projeto, estou aqui!
Uma ótima semana!

xx

It Suits You Well

E aí, já assistiu Batman Vs Superman? O que achou? Eu já deixei minhas críticas aqui... e para completar, lá vai mais uma - continuo achando Christian Bale o melhor ator que já interpretou o papel do príncipe das trevas
Tudo bem, também gostei do Michael Keaton e das versões de Tim Burton do filme em 1989 e 1992. Inclusive, não tem como não gostar desse pacote né = Tim Burton + Jack Nicholson + Michael Keaton + Kim Baisenger + Danny DeVitto + Michelle Pfeiffer!

Na verdade, queria falar sobre o figurino de Bruce Wayne, de Christian Bale - criado pelo estilista Giorgio Armani. Há algum tempo que guardo essa reportagem para compartilhar aqui com vocês - saiu na revista ES Magazine, complemento do jornal Evening Standart (Londres).
Essa frase é ótima: "O que um multi-milionário igual a Wayne gostaria de vestir.. um terno sob-medida" claro! Alfaiataria da melhor qualidade, você consegue imaginar? (a textura do  tecido? o preço?)
Em colaboração com o ganhador do Oscar - o designer de figurino Lindy Hemming, o estilista criou dois ternos cinza usados com elegância por Bale. Além disso, também desenhou figurinos para outros membros do elenco, como Gary Oldman, Michael Caine, Joseph Gordon-Levitt e Anne Hathaway.


 A reportagem traz mais parcerias entre o estilista e o cinema, como a criação do figurino de 'O lobo de Wall Street' (2013) de Scorsese.
Trabalhando em equipe com a figurinista Sandy Powell (também já ganhadora de vários Oscars de melhor figurino), Armani criou um guarda-roupa perto da realidade da época (anos 90), com o estilo icônico "power dressing" de Wall Street representando o poder e ambição do personagem de Jordan Belford - interpretado por nosso queridinho Leonardo DiCaprio - ao longo do filme.
Você sabia? Armani vem colaborando com a criação de figurinos para o cinema desde 1980, em mais de 200 filmes!
+ Moda e Cinema >> outros filmes com o figurino de sucesso e ternos criados pelo estilista italiano: 'Duplicidade' (2009) de Tony Gilroy (com Clive Owen e Julia Roberts), 'Os intocáveis' (1987) de Brian DePalma (com Kevin Costner e Robert deNiro) e o primeiro de sua carreira em Hollywood 'Gigolô Americano' (1980) de Paul Schrader.

Fica a dica de filmes para esse Domingo!
xx